Guia# 1: Adequar-se às normas vigentes referentes ao uso e conforto dos portadores de deficiências.

Guia# 2: Desenvolver um Plano Diretor. O processo envolve a acumulação de vasta quantidade de informações que direta ou indiretamente suportam as necessidades da organização. Normalmente é de responsabilidade dos escalões mais elevados e envolve administradores de alto nível e seus projetistas.

Guia# 3: Utilizar abordagem participativa. Um preceito fundamental no planejamento de instalações esportivas e de lazer é a visão dos usuários a ser conhecida através da consulta a seus representantes legítimos ou formais, bem como ouvir a opinião dos atuais e futuros operadores de instalações existentes ou a serem construídas. Dessa forma, aumentam substancialmente as chances de a instalação atender as necessidades pretendidas.

Guia# 4: Pesquisar suas fontes financeiras. Quem vai custear? Estão garantidos os fundos? São importantes questões a serem indagadas antes do início qualquer projeto. Temos presenciado muitos deles permanecerem somente no papel com base na presunção otimista de que a “verba vai sair”. Não saindo, resulta em perda de tempo e frustração.

Guia# 5: Organizar um Comitê de Planejamento de Projeto composto por membros selecionados do departamento responsável (especialistas em programas), administradores, o responsável pela empresa de arquitetura (ex-ofício), um consultor em instalações (ex-ofício), representantes de grupos de usuários e até mesmo pessoal de manutenção. Engenheiros são normalmente incluídos como membros. Quando não o são, suas contribuições chegam às discussões do comitê através do arquiteto projetista e/ou do consultor de instalações.

Guia# 6: Avaliar quando renovar, expandir ou substituir uma instalação. A atitude de usar e descartar está superada. Reciclar e reaproveitar são os conceitos atuais. Os custos financeiros decorrentes dos gastos de manutenção devem ser uma constante preocupação. Visar sustentabilidade econômica, social e ambiental.

Guia# 7: Desenvolver um programa-relatório para o arquiteto. Também referido como “programa de construção”. É um documento extremamente importante que faz a ligação entre os programas de Educação Física, Esportes e Recreação e o projeto da instalação. Este documento descreve todos os programas atuais, bem como as atividades propostas e os eventos previstos, além dos espaços necessários para a prática adequada dessas atividades.

Guia# 8: Contratar planejadores profissionais. Um plano eficiente exige a competência e colaboração de muitas pessoas. Todas os participantes são importantes no processo de planejamento. São eles os especialistas em programas (professores de educação física, técnicos esportivos, técnicos em recreação). Considerando-se que o arquiteto é um dos membros mais importantes do comitê de planejamento, deve-se dedicar tempo considerável na seleção judiciosa desse profissional. No processo de escolha de um arquiteto, considerar sua reputação e experiência, bem como a funcionalidade e estética dos projetos realizados. Outros profissionais como engenheiros civis, estruturais, mecânicos, elétricos, designers de interiores, arquitetos paisagistas e empreiteiros devem ser selecionados pelo comitê de planejamento, podendo ser tal responsabilidade delegada ao arquiteto do projeto.